"Olhe para o mar no dia mais ensolarado de todos os verões e verá, na turba em festa, [...], velas pequenas de veleiros, poesia na boca dos poetas e, se olhar além, verá também que, na paisagem multicor, existe um Navio Mercante pousado na linha distante que separa o céu do mar... mas olhe você agora; olhe para o mar no dia mais tenebroso do mais rigoroso inverno... não verá mais os surfistas, nem o dourado do corpo das meninas, verá os castelos demolidos pelo vento. Verá que não há mais velas pequenas e que os poetas já se foram... mas olhe além, lá está ele, como sempre esteve, como sempre estará, o Navio Mercante, pousado na mesma linha distante que separa o céu do mar".terça-feira, 12 de outubro de 2010
"Olhe para o mar no dia mais ensolarado de todos os verões e verá, na turba em festa, [...], velas pequenas de veleiros, poesia na boca dos poetas e, se olhar além, verá também que, na paisagem multicor, existe um Navio Mercante pousado na linha distante que separa o céu do mar... mas olhe você agora; olhe para o mar no dia mais tenebroso do mais rigoroso inverno... não verá mais os surfistas, nem o dourado do corpo das meninas, verá os castelos demolidos pelo vento. Verá que não há mais velas pequenas e que os poetas já se foram... mas olhe além, lá está ele, como sempre esteve, como sempre estará, o Navio Mercante, pousado na mesma linha distante que separa o céu do mar".
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